MPAM firma acordo com escolas de samba e Prefeitura para limpeza imediata da Alameda do Samba

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O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por intermédio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Especializadas na Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e da Ordem Urbanística (CAO-MAPH-URB), convocou nesta sexta-feira, 31/1, os representantes das escolas de samba de Manaus e o representante da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) e determinou o início da limpeza da área em frente aos barracões.

A decisão ocorre após vistoria na última quarta-feira, 29/1, à Alameda do Samba onde estão concentrados os barracões das agremiações carnavalescas. Na ocasião foi constatado que o local estava poluído e o passeio público ocupado com lixo decorrente de desfiles de carnavais de anos anteriores.

O Promotor de Justiça Paulo Stélio, cooordenador do CAO-MAPH-URB, determinou que todo o lixo deve ser recolhido a partir da próxima segunda-feira, 3/2, com término do trabalho de recolhimento até sexta-feira, 7/2.

"Todos têm responsabilidade com relação ao lixo. Então as escolas vão separar, vai dar a destinação correta àquilo que não puder ser recolhido pelo Poder Público que, por sua vez , vai recoler o que lhe cabe de acordo com a lei. Então, nós demos um prazo até sexta-feira para que eles completem toda aquela limpeza, disse o Promotor Paulo Stélio.

Isopor e Ferro
O subsecretário de operações da Semulsp, José Rebouças explicou que material composto de isopor e ferro não podem ter como destinação o aterro sanitário e que as escolas deverão contratar um prestador de serviço que realize a incineração do isopor. No caso do ferro retorcido, deverá ser recolhido por usina de reciclagem indicada pela secretaria. "O poder público entende que cada escola tem a responsabilidade com o lixo produzido. O isopor, por exemplo, precisa ser incinerado e este destino precisa ser dado pelas escolas", explicou José Rebouças.

A partir da próxima segunda-feira, às 08h00, servidores da Semulsp vão orientar sobre a reciclagem do material que poderá ser levado ao aterro sanitário. "Aquilo que não puder ser reciclado cabe às escolas de samba dar a destinação adquada. O objetivo é, exatamente, preservar o meio ambiente é o que a gente quer. Não queremos impedir o carnaval de ninguém", finalizou Paulo Stélio.

Texto: Agnaldo Oliveira Júnior – ASCOM MPAM
Fotos: Hirailton Gomes – ASCOM MPAM

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